





>> FESTIVAL SEM FRONTEIRAS NEM NAÇÕES <<
NOVO HAMBURGO – PINDORAMA/BRA$IL
Festival Internacional de Cinema Anarquista de Porto Alegre + Okupa Kobra Coral + Sin Fronteras Ni Naciones @sinfronteras.ninaciones
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🌱 PROGRAMAÇÃO DIA 7 DE JUNHO🌱
>>> Atividade livre de álcool <<<
12h – Almoço Coletivo Vegano (Traga alimentos para compartilhar!)
14h – Projeção dos Filmes e logo após Cine-Debate
🎥 Nossa dor não é arte (10min27, 2024)🎥
Em dezembro de 2024, apoiadores da comunidade andina em São Paulo se juntam ao coletivo de mulheres andinas, Cholitas da Babilônia, para repudiar a exposição “Oficina do Suor” do fotógrafo Sérgio Carvalho promovida pelo Sindicato Nacional de Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT).
A manifestação no evento de moda “Casa de Criadores” na Galeria Prestes Maia, no centro histórico de São Paulo, foi seguida de uma repressão pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) contra as manifestantes.
Sobre o coletivo Cholitas da Babilônia:
“Cholitas Da Babilônia” é um coletivo artístico-político que surge em 2020, pela necessidade de um espaço para debater e reflexionar sobre pautas que atravessam as pessoas andinas e migrantes em São Paulo. Formada por mulheres migrantes ou filhas de migrantes andinas (povos originários dos Andes), “Cholitas” ao longo dos anos tem realizado ações que abrangem pautas da migração indígena e questões de identidade, através de atividades culturais e/ou ações performáticas que trabalham a ancestralidade, identidade, racial, precarização e exploração da mão de obra imigrante no setor têxtil. O coletivo tem também atuações políticas de reivindicação dos direitos humanos das pessoas migrantes indígenas dos Andes no Brasil.

🎥Cadáver Xquisito (14min58, 2023, Co-produção Argentina/Colômbia/Cuba/Espanha/França/México/Portugal) 🎥
Para o cineasta Pier Paolo Pasolini, a “revolução consumista” da Europa do pós-guerra foi a causa de uma Mutação Antropológica que destruiu a essência humana e nos conduziu a uma Nova Pré-História. Um novo mundo marcado por um vazio ético, destruindo as relações antropológicas do passado. Mas Pasolini viu nos processos de descolonização dos povos a possibilidade de nos salvar desta Mutação.
Atualmente, vivemos na “aldeia global” (McLuhan), e as “Autoestradas da Informação” do capitalismo informacional abriram-nos uma via de dois sentidos.
Este percurso permitiu a Frank Lahera, de Cuba, convidar artistas de diferentes países, continentes, géneros, idades… (França, Cuba, México, Portugal, Argentina, Espanha, Colômbia) para criar este Cadáver Esquisito. Artistas a cocriar um filme coletivo que contribui para uma Nova Mutação Antropológica que pode abolir o pensamento único e dar voz à pluralidade “divergente” na “aldeia global”.
Um filme que nasceu da necessidade e do desejo de sete realizadores multidisciplinares de conectar os seus sentimentos e explorar a comunicação através do cinema e da imagem em geral, onde cada uma das suas realidades se tornou um pano de fundo transparente para os seus quotidianos e criações, alcançando novas formas de interação.
De forma dadaísta, nestes tempos de muito cálculo e pouco sentimento, e tomando o espírito do cadáver requintado, extrapola-se este fenómeno livre e literário, onde cada imagem, cada plano e cada corte se torna uma mensagem e uma palavra que flui da interpretação aleatória. À distância e sem um encontro real e físico prévio, construíram um discurso único baseado na progressão de uma narrativa fragmentada. Um único encontro online foi suficiente para trazer a ideia à tona, e depois nasceram as imagens, completadas a partir de cada visualização dos últimos minutos de cada sequência precedente, até se chegar a este diálogo cinematográfico, onde a surpresa, o contraste e o manifesto entre todos tomaram forma. Um filme coletivo, sob diversas perspectivas e criatividade, mas com uma única intenção: ser uma comunicação única, real e sincera.

🎥 Bolivia Camino Al Cielo – Mujeres rebeldes y sonidos Mestizos (59min, Bolívia, 2024)🎥
Entre paisajes y entrevistas a través de ciudades, valles y lagos, el documental de Helios Molina muestra la fuerza y rebeldía de las mujeres en Bolivia. Asoman artistas o activistas que lanzan verdades de una Bolivia social, anticolonial, de la condición de las mujeres frente a la cultura indígena, con poesía y pausas visuales, surrealismo urbano y la sencillez del campo. Incorpora a la generación de artistas emergentes de músicas mestizas; urbana, electrónica, punk, tribal, andino, fusiones, rock, cumbia, cuecas, en relación con la naturaleza y las mujeres bolivianas, con mirada social.
arte do cartaz: @arteycorre




































